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A Dama do 301

  • Foto do escritor: Leo Goulart
    Leo Goulart
  • 16 de abr. de 2018
  • 3 min de leitura

Atualizado: 13 de dez. de 2018


Seis e vinte da manhã, acordo com uma leve dor de cabeça, deixo minha cama para fazer café, seguidamente fumar meu cigarro. Ainda de camisola e cabelo bagunçado, mexo no armário da cozinha e percebo que o café acabou. Para minha satisfação, o maço ainda contém quatro cigarros, ascendo um e vou fumar na sacadinha.


Daqui de cima, observo pessoas e carros que passam, termino meu cigarro e vou ao meu quarto, retiro camisola, coloco uma camiseta e opto por ficar sem sutiã, coloco também uma calcinha, shorts, chinelo e vou ao banheiro...

Um tempo depois, pego minhas coisas e decido ir até a padaria para tomar café. 


Meu prédio possui 5 andares e um elevador velho, que na maioria das vezes prefiro evitar, desço pelas escadas e encontro a sindica fofoqueira, que vive reclamando do marido ou falando mal de quase todos, cumprimentamo-nos por pura formalidade.

Lá fora, o brilho solar dava uma cor especial a rua e chegando na padaria, peço meu café e um misto quente, depois de alguns minutos chega o meu pedido...

Não pude deixar notar, discretamente, na beleza do atendente, ele sorriu e perguntou se gostaria de algo mais, agradeci e disse que por enquanto era só.


Assim que terminei, lembrei que precisava ir até o mercado...

Saio e continuo caminhando pela rua outra vez, passo em frente à igreja, onde o Padre Geraldo conversa sorridente com duas senhorinhas. 


Chego ao mercado, o ambiente estava tranquilo, de vez em quando o silêncio era rompido por algum casal discutindo.

Compro minhas coisas e chegando no prédio, vejo o elevador prestes a subir, quase fechando...

como estava com as compras, decido correr para pega-lo...


Deparei-me com o moço da padaria, ele estava com uma sacola cheia de pães, provavelmente levando para alguém do prédio que tem muita preguiça de descer.

Automaticamente, sorrimos um para o outro e, em seguida encostamos cada um em um canto do elevador...


Mas desta vez, meus olhos passeavam por todo o rapaz...

Os olhos castanhos... que olhavam vagamente para outra direção... aquela boca carnuda...


Logo em seguida, percebi o volume que marcava sua calça...

Uma sensação de desejo subiu arrepiando minhas pernas... até chegar nos mamilos...


O tesão foi aumentando...

Enfim, terceiro andar, trezentos e um, eu tinha que sair, o moço iria continuar...

Porém, ignorei minha parada e continuei com ele rumo ao quinto andar...

Quando chegamos, ele sorriu e eu fiquei segurando o elevador...

Quando voltou e as portas se fecharam, o magnetismo foi reciproco...


O rapaz começou a me beijar com um desejo voraz...

Colocando uma mão atrás da minha nuca e outra em minha bunda...


Aquelas mãos...


As minhas também logo se ocuparam... Passando pelas costas do rapaz e a outra, esfregava em seu pau excitado por cima da calça...


Seu beijo era suave, atrevido...

E já louca de desejo, fiquei de joelhos...


Abrindo sua calça...

Segurei em minhas mãos e masturbei aquela rola gostosa...

Comecei a chupar e depois a mamar...

Ouvindo ele gemer no elevador...

Agora aquelas mãos extraordinárias segurando meu cabelo...


Até que ele me levantou, me colocando contra a parede, subiu minha camiseta e começou a chupar meus mamilos...

Quanto mais ele beijava, mais meu desejo incontrolável aumentava...


Minha calcinha já estava encharcada...


Seus dedos desabotoaram meu shorts e abaixaram a calcinha...

Sua boca úmida descia dando beijos de leve...


Chegando na minha buceta...


Sua língua realizando movimentos deliciosos...


Lambendo por inteiro...


Enquanto perdia o meu folego...


Estava com a respiração ofegante...

O rosto corado...


E contudo me virei, de costas...

com minhas mãos na parede do elevador...


Senti sua rola dura pulsando bem na minha bucetinha...


Ele agarrou em minha cintura... começando a meter com força...


Suas mãos agora passando pelos meus peitos...

Pela nuca e puxando meu cabelo com força... 


Enquanto minhas pernas tremem de tesão...

Eu começo a gemer alto...


Começo a dizer que vou gozar, vou gozar...


Começamos a meter mais devagar, devagar...


E naquele ritmo, gozei intensamente, lubrificando aquela rola deliciosa...

Ele tirou seu pau molhado de mim...

Eu me ajoelhei e comecei a chupar...


Senti uma onda de porra quente na minha garganta...


Ouvindo lentamente seu gemido pós orgasmo...


Guardei o pau do rapaz em sua calça...

Fechei o zíper...

me levantei...


Arrumei minhas roupas...

Acionei o elevador...

Ainda toda gozada e soada...


Pego minhas coisas e desço no trezentos e um.


FIM


Este conto saiu recentemente no Canal "Tulipa Vermelha" Se você tiver interesse, clique

no Link para assistir o vídeo e coloque seu fone de ouvido.

https://www.youtube.com/watch?v=WZcjS-NReiI



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